quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Vamos Lá!!!!

A cada semestre que se inicia fica o dever cumprido do anterior, mas gera inúmeros sentimentos, entre eles: a ansiedade, a expectativa, o medo, a alegria,..... Surpreendentemente já estamos no sétimo semestre.... Parece que foi ontem o inicio da minha caminhada como aluna PEAD, passando por alguns percalços durante o trajeto, mas vencendo e superando obstáculos, estou aqui para mais um desafio. Pois, isso é o que me faz forte e me move para um ponto fixo chamado FORMATURA! Olha que já estou até fazendo planos....
Bom, minhas expectativas com relação ao semestre que se inicia são principalmente com relação às interdisciplinas e suas atividades. Serão significativas, podendo ser relacionadas à nossa prática diária; como serão as leituras, os prazos de entrega..... Principalmente porque o eixo anterior foi extremamente pesado, várias atividades, inúmeros fóruns, leituras... A interdisciplina de Libras, tenho que confessar, me deixa bastante instigada, visto que tenho a mãe de um aluno que utiliza a linguagem de sinais e que me angustia e posso dizer me apavora, pois ela quer se comunicar e fica sempre nervosa, pois tenho dificuldades em entendê-la (geralmente conto coma ajuda do filho para traduzir). Gostaria de fechar o eixo 7, último semestre de aulas teóricas, produzindo além do que produzi no semestre anterior; organizando melhor o meu tempo, mesmo que isso me custe dormir em média 4 horas 30 min por noite. Pretendo postar semanalmente no blog, visto que deixei muito a desejar em 2009/01; pretendo me engajar com mais afinco no PA, visto que ele é de meu interesse e tenho muita curiosidade sobre os motivos que levam uma mulher a não querer ter filhos. Enfim, expectativas e metas bastante audaciosas.... Mas espero poder fazer a minha última postagem desse semestre, fazendo um balanço, comparando com esta primeira e avaliando o seu transcorrer. Vamos lá!!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vivências

Sem dúvida estudar sobre os estágio ou estádios do desenvolvimento mental, é muito interessante, pois podemos visualizar em nossos alunos e também em nossos filhos, o estágio pelo qual estão passando. Além disso, Piaget explica que os estágios seguem uma ordem e que ninguém pode “pular” algum estágio, sendo um a continuidade do outro.
Meu filho encontra-se no estágio Sensório-Motor, não apenas por estar dentro da idade prevista (pois podem ocorrer variações de indivíduo para indivíduo), mas por apresentar as características deste estágio: seu desenvolvimento mental é impressionante, desenvolve-se com uma rapidez fantástica, a cada dia aprende muitas coisas novas; na verdade parece uma espuma, que absorve tudo o que ocorre a sua volta durante o dia. É bastante egocêntrico, quer tudo para si, para o seu domínio corporal. Ex: “A mamãe é minha!”, “O papai é meu!”, entra tantas outras situações.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Construíndo com o erro

Nem sempre que ocorre o erro, ele é construtivo. Cito uma situação em que o erro não configura uma ação do sujeito com relação ao objeto; tenho uma colega, que corrigia sempre o caderno de seus alunos, porém, arrumava, ou melhor, riscava de caneta em cima daquilo que o aluno havia errado. O que havia de construtivo nisso? Nada. Então, eu e a supervisora tivemos uma conversa com a mesma e fizemos um processo de ação/reflexão com ela, para que percebesse que seria muito mais proveitoso se ela apenas circulasse ou sublinhasse com um lápis, a fim de que o aluno tivesse a oportunidade de construir uma aprendizagem a partir daquele erro, assimilando-o e tornando-o significativo. O erro é construtivo sim, quando ele proporciona ao envolvido, uma reflexão, fazendo com que ele possa assimilar o novo e acomodar diante de conhecimento que já possuía, estabelecendo uma relação de ação diante do objeto em estudo, demonstrando uma troca entre todos os envolvidos: professor e aluno.

Ação

Já havia realizado o Jogo da Divisão com os meus alunos da Classe de Apoio, visto que os mesmos encontram-se com muita dificuldade para assimilar esse conceitual. O jogo consiste na divisão feita de forma prática, utilizando o Material Dourado, sendo que os alunos, ao longo do jogo, vão fazendo um relatório das jogadas, questionando, discutindo e reflexionando a respeito das situações vivenciadas. Assim sendo, vejo que há a ação dos envolvidos sobre o objeto de estudo, fazendo com que a aprendizagem se torne significativa e ocorra através do processo de assimilação e acomodação. Depois de terminado o jogo, passamos então para o algoritmo da divisão, sendo que os alunos foram acompanhando o cálculo e observando se estava de acordo com o relatório que haviam feito. Cito a frase de um dos alunos, para ilustrar o resultado final desta atividade: - - Nossa, eu consegui fazer continha de dividir. Eu sempre achei que fosse bem difícil!!! (JRF). Portanto, ele encontrou um sentido para o conhecimento novo, transformando em aprendizagem, relacionando-o com algo que já conhecia, com uma aprendizagem anterior.

domingo, 9 de novembro de 2008

Viver a vida!

Nos reunimos para elaborar a terceira versão do Projeto Temático com o tema Medo de Envelhecer, e durante a nossa conversa surgiu um questionamento referente ao medo da morte, sentimento este, muito presente entre os idosos. Concluímos que quanto mais idade temos, mais temor diante da morte apresentamos. Porém, cada ano que passa a expectativa de vida aumenta, sendo necessário manter uma vida saudável, com hábitos alimentares corretos, praticar atividade física, além de manter a mente ocupada. Isso tudo significa longevidade! Entretanto, devemos nos preocupar é em viver todos os dias de nossa vida intensamente, aproveitando ao máximo tudo o há de bom, para que quando chegarmos ao final dela, não nos arrependamos por ter deixado de fazer algo ou por ter deixado passar oportunidades valiosas.

sábado, 8 de novembro de 2008

É bom saber....


Fantástico saber identificar as fases psicossocias, segundo Erik Erickson, pois isso facilita muito o meu relacionamento com meus alunos, com as pessoas a minha volta e principalmente com meu filho. Durante as leituras e a realização dos trabalhos, me deparei com inúmeras situações que já vivenciei em minha sala de aula e na minha vida, com relação ao comportamento e as atitudes dos indivíduos. Também, algumas características minhas que fiquei imaginando onde foi que adquiri, em qual fase faltou algo (por parte dos envolvidos na minha educação). Lembro da minha adolescência, estágio tão bem explicado por Erickson, vivia em grupo, era inseparável das minhas amigas, enquanto estávamos juntas, achávamos que éramos muito fortes, poderosas, riamos alto na rua, fazíamos brincadeiras, enfim coisas que hoje, na vida adulta, não nos é mais permitido fazer. A sociedade cobra uma nova postura, se bem que às vezes dá vontade de voltar a ser criança e adolescente, visto que por vezes, as responsabilidades que a vida adulta nos impõe, são demasiado cansativas.
Mas, temos que saber equilibrar nossa vida e deixar aflorar, sempre que possível, a nossa alegria de crianças e de adolescentes, brincar, quando houver oportunidade, se divertir... Afinal, ser adulto não é necessariamente ser sério e ranzinza.